vazio. um imenso vazio gritando desesperadamente para ser preenchido. mas preenchido com o que? não sei ao certo o que eu quero, muito menos o que eu preciso.
acho que existem coisas que sempre servirão nessas situações, como um abraço, um beijo, uma risada, uma mão amiga, um ombro que te console, um amigo, um melhor amigo, uma paixão, um amor.
talvez o que eu precise mesmo é de tudo junto, algo que me proporcione todas as sensações que estes gestos nos dão. algo como uma pessoa. uma pessoa como você.
não sei se você dará conta de preencher este vazio tão grande, já que seria uma árdua tarefa, a qual não é qualquer um que tem a capacidade de fazê-la, porém, podemos tentar, que tal?
quarta-feira, 7 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
permita-se
era um aperto no peito, dor jamais sentida por ele antes. dor desconhecida, dor insuportável. sufoco. sentia-se sufocado de tal maneira que não sabia se um dia voltaria a respirar da forma habitual e rotineira. desesperado, não podia mais aguentar, era chegada a hora de falar. mas ele não queria, resistiu tanto tempo, tantas oportunidades, achou realmente que suportaria guardar aquilo consigo, somente consigo. mas de uns dias pra cá, ele sentia que aquilo estava tomando uma forma dentro dele mesmo, com proporção tão grande e forte, que soube que não conseguiria lutar por muito tempo. assim, submeteu-se a tal força, não podendo mais segurá-la dentro de si, deixou-a livre.
embora ele não acreditasse que estava fazendo aquilo, parou em frente a ela, olhou-a no fundo dos olhos, beijou-a com uma ternura jamais expressa antes, parou de pensar em que aquilo poderia resultar e soltou o que estava guardado lá no fundo, preso por um emaranhado de medos e inseguranças, e segurou sua mão, como se nada mais o fizesse soltar-se dela.
embora ele não acreditasse que estava fazendo aquilo, parou em frente a ela, olhou-a no fundo dos olhos, beijou-a com uma ternura jamais expressa antes, parou de pensar em que aquilo poderia resultar e soltou o que estava guardado lá no fundo, preso por um emaranhado de medos e inseguranças, e segurou sua mão, como se nada mais o fizesse soltar-se dela.
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