segunda-feira, 18 de junho de 2012
arrumar-me-ei
Sabe quando sua mãe abre a porta do seu quarto, manda você arrumá-lo imediatamente em um tom ameaçador, e para fechar com chave de ouro ainda deixa a porta aberta?! Então, minha consciência anda fazendo isto utimamente.
E como todo bom filho, minha reação é pensar: "que saco!", "que preguiça!", "nem está tão bagunçado assim, vai!", "amanhã eu arrumo!" e coisas do gênero, que todos nós sabemos muito bem.
Porém, sempre chega aquele dia em que por alguma razão, boa vontade, ou pura e espontânea pressão, resolvemos averiguar tal bagunça. Abri o armário, o milagroso armário que sempre tem mais um espacinho para a bagunça do meio do quarto ou para as roupas jogadas na cadeira, e para minha surpresa, havia tanta coisa amontoada ali que realmente não cabia mais nada. E ai percebi que toda a bagunça que um dia eu achei que tinha arrumado, na verdade eu só a tinha escondido.
Agora, lá vou eu ver o que tem naquela montanha de coisas. Jogo tudo em cima da cama, reviro, viro, jogo pra lá, jogo pra cá, não sei onde colocar algumas coisas, e bagunçando a bagunça, chego a conclusão de que eu realmente precido me arrumar.
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